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UTE Pampa Sul: Nova etapa da barragem é concluída
O reservatório fica na divisa dos municípios de Candiota e Hulha Negra
Foi concluído recentemente
o desvio do
curso do rio Jaguarão,
atividade que permitirá
a conclusão da obra da
barragem que abastecerá a
Usina Termelétrica Pampa
Sul (Miroel Wolowski),
após a finalização das atividades
de aterro compactado
nas margens esquerda e
direita da barragem e no
vão central, que compõem
os três segmentos principais
da obra.
O gerente socioambiental
da UTE Pampa Sul, Hugo
Roger Stamm, explica que
a atividade de desvio do
rio permite que a obra da
barragem seja encaminhada
para a finalização, já que,
com a conclusão do aterro
do vão central e conclusão
das demais obras civis nas
margens da barragem, será
possível dar início ao enchimento
do reservatório.
Além das atividades
de aterro, estão sendo
desenvolvidas obras civis
em concreto armado.
Stamm destaca ainda que
na margem direita, as obras
civis estão 75% concluí-
das, restando a conclusão
das concretagens da adufa
de desvio, vertedouro e
muro direito. Já as obras
civis na margem esquerda,
que incluem a Estação de
Captação de Água Bruta,
estão 20% concluídas. “O
próximo marco de construção de grande importância
na barragem é o início do
enchimento do reservatório,
sendo que a conclusão das
obras da barragem está prevista
ainda para o primeiro
semestre de 2017”, ressalta
Stamm.
O rio Jaguarão fica
na divisa dos municípios de
Candiota e Hulha Negra.
RESGATE DA FAUNA
– Sempre que são necessárias intervenções em cursos
hídricos, açudes, lagos ou
áreas alagadas que possam
provocar o aprisionamento
de peixes, as atividades
de resgate da ictiofauna,
previstas no Programa de
Resgate e Monitoramento da
Ictiofauna do Projeto Básico
Ambiental (PBA) da UTE
Pampa Sul, são realizadas.
Como na atividade
de desvio do curso do rio
Jaguarão existia a possibilidade
de que algumas espécies de ictiofauna (peixes)
ficassem presos, concomitantemente
à atividade do
desvio do rio, uma equipe
devidamente treinada realizou
o resgate da fauna íctica.
“Todo o material biológico
resgatado foi contabilizado
e identificado antes de ser
solto nas áreas previamente
identificadas e localizadas
na calha principal do rio
Jaguarão. Os técnicos que
participaram da atividade
receberam treinamento para
a realização das atividades,
utilizando materiais e equipamentos
especializados
próprios para a realização
do resgate e a soltura desses
animais”, explica Stamm.
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