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Série Conclusão da UTE Pampa Sul: O ápice dos negócios com o fornecimento de alimentação
Nesta quarta semana
da série de reportagens do Tribuna
do Pampa intitulada “Conclusão da UTE Pampa Sul
– consequências e impactos
na região”, a abordagem é
relacionada ao aumento
de faturamento de muitas
empresas de Candiota através da comercialização de
produtos durante o período
de construção da usina.
Um dos principais setores
é o alimentício - por meio
da produção e distribuição
de refeições por parte de
restaurantes da cidade. A
reportagem do TP conversou com empresários
de dois estabelecimentos
do setor, o Restaurante e
Churrascaria Candiota e
Restaurante Global.
Nos dois contatos
foi possível perceber duas
realidades com relação a
cidade de Candiota: o antes
e o depois do início das
obras da UTE Pampa Sul.
Isso porque, segundo os
empresários, durante o período, alugueis, vestuário e
alimentação multiplicaram
receitas devido ao grande
número de trabalhadores
atuantes na obra, chegando
a mais de 5 mil na época
de pico da construção da
usina.
De acordo com proprietário do Restaurante
e Churrascaria Candiota,
Ancelmo Camillo, que
administra o local junto ao
filho Eduardo e está há 38
anos no ramo em Candiota,
a chegada da UTE Pampa
Sul trouxe um desenvolvimento para o município.
“Todos foram favorecidos,
ao contrário de obras anteriores onde levamos calotes de empresas. Durante
a obra da Pampa Sul foi
diferente, recebemos todos
os valores de maneira correta e sempre fomos bem
atendidos por todo grupo
responsável pela Usina.
Foi um período positivo,
de vendas elevadas, crescimento da estrutura do
restaurante, geração de
novos empregos”, relata
Camillo.
O empresário conta
que fornecia diariamente
400 refeições e pós obra,
o movimento caiu. “Já é
uma situação esperada,
toda obra tem início, meio
e fim”, comenta.
Já Sergio Câmara,
o Bronca, dos restaurantes
Global I e II, que visitou
o TP acompanhado da esposa Claudia Reis, relatou
que atualmente “Candiota
voltou a ser Candiota”,
mas que o período de obra
da Pampa Sul foi muito
boa para a empresa. “Iniciamos com o fornecimento de 60 refeições e no
ápice chegamos a entregar
4 mil diariamente entre
café, almoço, lanche e jantar. Necessitamos de muita
logística mas alavancamos
a empresa e chegamos a
passar de 25 para 110 funcionários. Hoje contamos
com 40 colaboradores. Foi
uma obra muito positiva
para todo o município e
região nas mais diversas
áreas”, conta Bronca.
O empresário também expôs a ampliação
dos negócios, proporcionada em parte, pela obra
da usina e o retorno financeiro com o fornecimento de alimentação.
“Construímos alojamentos, uma obra que chegou
a R$ 3,800 milhões e parte
desse custo foi pago com
a renda proveniente da
alimentação fornecida aos
operários das empresas
que construíam a Pampa
Sul. Claro que agora temos
o restante do valor para
pagar, pois o que se falava era logo após a usina
de pellets e a UTE Ouro
Negro e hoje, a realidade
é outra. Mas foi um ótimo
momento para todos, só
ganhamos com a obra”,
conclui Sérgio.
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