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terça-feira, 24 de julho de 2018
sábado, 21 de julho de 2018
terça-feira, 17 de julho de 2018
Jornal Tribuna do Pampa (Candiota) - 17 de julho de 2018
LEIA A NOTÍCIA:
Nova mina Seival Sul - Planta de beneficiamento de carvão
aguarda testes da UTE Pampa Sul
Com a conclusão das
obras em janeiro deste
ano, a planta de
beneficiamento da mina de
carvão erguida em Candiota
pela Seival Sul Mineração
(SSM), integrante do grupo
Copelmi, encontra-se no
aguardo para o início dos
testes da UTE Pampa Sul.
A estrutura terá autonomia
para abastecer a nova usina
por até 25 anos.
Conforme explicou
o responsável pela implantação
do projeto, Nelson
Kadel, a planta de beneficiamento
de carvão é composta
pelos sistemas de britagem,
armazenagem, blendagem
e entrega final. “Nesta unidade
foram instalados dois
equipamentos inovadores
para a indústria do carvão.
O primeiro deles diz respeito
aos analisadores on-line, os
quais são capazes de caracterizar
o produto em processo
a cada minuto. Isso traz,
além de maior confiabilidade,
grande agilidade ao
processo de tomada de decisão
produtiva. O segundo
é um Aeroseparador, o qual
tem como função separar as
impurezas do carvão sem a
utilização de água”.
Ainda segundo
Kadel, a mina já foi aberta,
mas as retiradas estão sendo
feitas em baixo volume. “Essas
entregas são exclusivas
para a Pampa Sul. O que foi
retirado teve destino apenas
para o teste de desempenho de nossa unidade”, salientou.
Enquanto isso, segundo
informado à reportagem do
TP, o foco está em aplicar
melhorias - tanto na planta
de beneficiamento como
na mina. “Nos próximos
dias teremos os testes do
transportador de correia, que
levará o carvão da nossa unidade
até a unidade da Pampa
Sul, que é de propriedade da
UTE. Estamos acompanhando
essa etapa de forma a dar
total suporte ao nosso cliente”,
concluiu. A implantação
e operação da estrutura
da Seival Sul Mineração
conta com investimento superior
a R$ 100 milhões. A
usina está classificada como
tecnologia limpa do carvão
por utilizar caldeira do tipo
leito fluidizado circulante,
o que resulta em menores
emissões de poluentes.
PROJETO - A mina de
Candiota terá capacidade de
produção de 2,8 milhões de
toneladas por ano. Estima-se que o empreendimento,
contemplando a implantação
da unidade de extração e
beneficiamento, deve gerar
aproximadamente 217 empregos
diretos. O minério extraído
na mina do Seival será
destinado à operação da Usina
Termelétrica Pampa Sul I, de
propriedade da Engie Brasil
Energia, com capacidade
de 340 megawatts. O início
da operação comercial está
previsto para janeiro de 2019.
sexta-feira, 13 de julho de 2018
Jornal Tribuna do Pampa (Candiota) - 13 de julho de 2018
LEIA A NOTÍCIA:
Candiota: Acordo de trabalho na UTE Pampa Sul está entre os melhores do RS
Foram mantidas todas as cláusulas do acordo de 2017, mesmo aqueles que se tornaram facultativos após a reforma trabalhista
Já está em vigência o novo
acordo coletivo de trabalho 2018/2019 firmado
pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da
Construção Pesada do Rio
Grande do Sul (Siticepot/
RS), que visa a reposição
salarial e do vale alimentação dos trabalhadores da
Usina Termoelétrica (UTE)
Pampa Sul, que está sendo
construída em Candiota. Em
reunião ocorrida em maio de
2018, os representantes das
empresas Sdepci, Niplan,
Cobrazil, Profab, Colméia e
M. Roscoe, o presidente do
Sitcepot, Isabelino Garcia
e a comissão dos trabalhadores, deliberaram sobre os
termos do acordo coletivo já
discutido no ano anterior.
Na oportunidade,
ficaram estabelecidos 5% de
reajuste salarial (enquanto a
inflação aponta apenas 2%
no período), 24% de reajuste
no vale-alimentação,
além de mantidas todas as
cláusulas contratuais e as
horas initineres (tempo de
deslocamento entre a casa
do trabalhador e o canteiro
de obras).
Conforme Isabelino, que esteve na redação
do TP na última semana,
acompanhado de Daniel
Santos - membro comissão de negociação da UTE
Pampa Sul e presidente do
Sindicato da Construção
Civil de Candiota -, este
talvez seja o melhor acordo
de trabalho feito este ano
em todo o estado do Rio
Grande do Sul. Ele lembra
que muitas cláusulas, como
as horas initineres, foram
mantidas, mesmo que a
reforma trabalhista tenha
desobrigado o empregador.
“Isso tudo foi feito na base
da negociação, sem que
tivéssemos paralisações”,
enfatiza o sindicalista.
Daniel lembrou
que a conquista foi resultado
das tratativas das duas
grandes assembleias promovidas pela categoria. “São em torno de 30 empresas
no canteiro - de grande e
pequeno porte, com 4,5 mil
trabalhadores de todo o país
e conseguimos isso sem
fazer nenhuma paralisação
esse ano”, destacou.
DIÁLOGO – Isabelino fez
questão de frisar que do
ano passado para este houve
uma grande evolução
no relacionamento entre
as empresas e o sindicato,
principalmente com a chinesa
Sdepci – que é a epcista
da obra, com o aumento do
diálogo e a transparência nas
negociações. “Começamos
a resolver os problemas de
forma pontual, não deixando
eles aumentarem e isso
se torna bom para todos”,
pondera Isabelino.
O dirigente sindical
ainda frisou que a Sdepci
e as empresas também estão
com um olhar mais social e
sensível as questões da comunidade,
colaborando para
a resolução de problemas.
Jornal Tribuna do Pampa (Candiota) - 13 de julho de 2018
LEIA A NOTÍCIA:
UTE Pampa Sul: Correia Transportadora de carvão começa a ser testada
Primeiras movimentações estão sendo ainda sem carga de carvão
A correia transportadora
de carvão da UTE
Pampa Sul (Miroel
Wolowski) iniciou nesta semana
uma importante etapa:
a fase de comissionamento
operacional da estrutura.
Neste primeiro momento,
estão sendo realizados testes
ainda sem carvão com
medições e vistorias que
avaliam o desempenho do
equipamento, identificando
possíveis falhas.
Em um segundo momento,
a correia será testada
com uma quantidade mínima
de 10 mil toneladas
de carvão. Nesta etapa,
serão analisados aspectos
eletromecânicos do funcionamento
da correia, além da
logística do armazenamento
de carvão, das emissões
atmosféricas e dos ruídos,
conforme a legislação vigente.
O gerente socioambiental
da UTE Pampa
Sul, Hugo Roger Stamm,
destaca que com o início
dos testes, o equipamento
entra em sua fase final de
implantação e, que quando
as avaliações estiverem finalizadas
e houver a garantia
do bom funcionamento
da estrutura, ela estará apta
a levar o carvão, matéria
prima na produção de energia
na nova usina, desde a
planta de beneficiamento
do fornecedor Seival Sul
Mineração até o pátio de
carvão localizado ao lado
da usina.
“Além de avaliar
o desempenho da correia,
os testes visam também
garantir a conservação do
meio ambiente e preservação
da qualidade de vida da
comunidade do entorno da
estrutura e, com esse objetivo,
uma série de medidas
foram adotadas desde a fase
de projeto e durante toda a
obra como, por exemplo,
a escolha da tecnologia
usada na correia que visa a
redução de ruídos e poeira, já que trata-se de uma estrutura
tubular fechada, e
a implantação de uma cortina
vegetal no entorno da
estrutura com o plantio de,
aproximadamente, duas mil
mudas nativas, que auxiliarão
também na diminuição
de poeira e ruídos”, detalha
Hugo.
SEIVAL - Outra questão
importante, principalmente
para a comunidade do Seival,
vizinha do empreendimento,
é sobre um sistema
de sirenes que é acionado
toda vez o equipamento
entra em movimento.
“Esta
iniciativa é fundamental
para garantir a segurança
de qualquer pessoa que
possa estar no entorno da
estrutura e servirá como um
alerta para que a atenção
seja redobrada. Durante a
etapa de comissionamento,
as sirenes serão mais
frequentes, tendo em vista
as necessidades dos testes,
mas quando a correia entrar
em operação comercial, a
sirene será utilizada de forma
mais esporádica, já que
a estrutura estará permanentemente
em operação”,
explica o gerente.
Antes da etapa de
comissionamento, foi realizada
a medição de decibéis
da sirene visando garantir
que o som emitido esteja
de acordo com a legislação
vigente.
Durante a etapa de
testes, estarão sendo realizados
também treinamentos
para as equipes que farão a
operação e manutenção da
correia quando a nova usina
estiver produzindo energia.
A expectativa é que, no
início do segundo semestre
de 2018, a correia esteja
finalizada e pronta para
operar. A estrutura conta
com 4,17 km de extensão e
capacidade para transportar
550 toneladas de carvão
por hora.
Jornal Tribuna do Pampa (Candiota) - 13 de julho de 2018
LEIA A NOTÍCIA:
Mostra Pedagógica: Alunos de assentamentos apresentam
projeto para recuperar nascentes
em Candiota e Hulha Negra
O projeto foi apresentado em Bagé durante a etapa regional
Estudantes de uma escola
de assentamento
da reforma agrária de
Hulha Negra participaram
na última terça-feira (10)
da 3ª Mostra Pedagógica
do Centro dos Professores
do Estado do Rio Grande
do Sul (Cpers) e da 1ª
Mostra Pedagógica do 17º
núcleo do sindicato. As
atividades foram realizadas
na Universidade Federal
do Pampa (Unipampa),
em Bagé.
Nessa etapa regional,
a Escola Estadual de
Ensino Fundamental Chico
Mendes, localizada no Assentamento
Santa Elmira,
em Hulha Negra, apresentou
um trabalho sobre
a proteção das águas do
Pampa, que tem o objetivo
de recuperar 24 nascentes
em Candiota e Hulha Negra.
Na própria instituição
há uma fonte que está sendo
cuidada e recuperada
pelos estudantes.
O intuito do projeto
também é preservar
as águas da superfície,
socializar conhecimentos
entre agricultores e elevar
o nível de consciência sobre
a necessidade de proteger
as águas do Bioma
Pampa. A iniciativa, que
foi realizada com a Usina
Termoelétrica Pampa Sul
e com o apoio do Instituto
Cultural Padre Josimo, foi
selecionado na categoria
Séries Finais e será exposto
numa próxima etapa no
mês de outubro em Porto
Alegre.
Para a professora
Cenira Hahn, que acompanhou
os estudantes, as
mostras evidenciam os trabalhos
que são realizados
pelos filhos de assentados
na escola Chico Mendes.
“É preciso fortalecer cada
vez mais a nossa luta, mostrando
na prática a riqueza
pedagógica desenvolvida
em nossas escolas públicas”,
disse.
Também foram selecionados
para a etapa
estadual outros trabalhos
da Escola Estadual Justino
Quintana, de Bagé, na
categoria Séries Finais, e
da Escola Estadual Bernardino
Ângelo, de Dom
Pedrito, no Ensino Profissionalizante.
Conforme
Delcimar Delabary, vice-diretora do 17º núcleo do
Cpers, as exposições reforçam
que “a escola pública
dá certo”. “Elas mostram
que temos trabalhos extraordinários”,
avaliou.
quarta-feira, 11 de julho de 2018
domingo, 8 de julho de 2018
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