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Bloqueios de estradas
alteraram rotina em
Candiota e na região
Já nas primeiras horas da
manhã da última terça-feira
(17), membros dos
movimentos sociais, partidos
políticos de esquerda, mas
principalmente do Movimento
dos Trabalhadores
Rurais Sem Terra (MST),
bloquearam a BR-293, nas
proximidades do trevo da
Vila Operária, em Candiota,
protestando contra a prisão
do ex-presidente Luis Inácio
Lula da Silva, que está preso
desde o último dia 7 de abril
na sede da Polícia Federal
em Curitiba (PR). Também,
o protesto era voltado a reivindicar
ajuda aos agricultores
da região atingidos pela
estiagem. Este é o segundo
protesto realizado em Candiota
este mês com a mesma
pauta. O primeiro foi no fim
da tarde do último dia 6.
Além da BR-293,
foi bloqueado o acesso as
obras da Usina Termelétrica
(UTE) Pampa Sul, no fim da
rua Francisco Xavier Ferreira, na João Emílio. Para
o bloqueio das estradas, os
manifestantes queimaram
pneus.
ROTINA ALTERADA - O
fato alterou totalmente a
rotina em Candiota e região.
Com a BR trancada, os
ônibus de trabalhadores vindos da região não puderam
chegar ao canteiro de obras.
Também, em Candiota, houve suspensão de aulas, pois
alguns professores moradores
de Bagé e Pinheiro
Machado não chegaram a
tempo. Na sede de Candiota,
houve grande movimentação
de trabalhadores, que também não foram transportados
em função do bloqueio
na João Emílio.
Por volta das 10h,
após passadas quatro horas
de manifestação, a liderança
do movimento resolveu
liberar o trânsito por cerca
de 10 minutos na BR-293,
próximo ao trevo da Vila
Operária, o que fez com que
o acúmulo de veículos ao
longo da rodovia diminuísse,
quando já se via alguns
quilômetros de paralisação.
Contudo, o trecho novamente
foi fechado e a liberação
total somente aconteceu por
volta das 12h.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Brigada
Militar acompanharam as
manifestações. No período
da tarde a normalidade foi
retomada.
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